domingo, 30 de outubro de 2011

CAMPANHA "VESTIR A CAMISA DA SOLIDARIEDADE"



Em 2010 eu Rogélia, em meio ao sonho do meu filho, pensante e feliz, fiz estes desenhos em homenagem ao Lehi. Na época estas imagens serviram para nutrir grandes ideais. Estava feliz e animada com o futuro... As guardei durante um ano, mas agora temos algo mais para fazer. Hoje, após tantos acontecimentos, decidi publicá-los, mas não aleatoriamente, não mais para ajudar apenas a sua tragetória de skatista, mas para realizar o sonho de pessoas que desejam e precisam ter pelo menos um tratamento hospitalar digno, pessoas que estão aí no mundo sem ter como se cuidar. A idéia é contribuir para ajudar a vida de quem mais necessita. Com a doença dos irmãos de Lehi, cresceu e cresce cada dia mais o desejo de fazer algo maior, não só ajudá-los, como ajudar outras pessoas ou instituição.
O tema "Camisa Skateboard de solidariedade", não significa que estamos abrindo uma marca, significa que os skaters vestem a camisa da solidariedade. Embora uma de nossas propostas seja fazer uma camisa que pode perfeitamente vir a ser patrocinada por uma marca, nossa pretenção é que nosso projeto beneficie pessoas mais carentes, mais necessitadas. Vai ser um trabalho basicamente autônomo, direcionado como projeto social. Trabalharemos com a gelera do skate nessas oficinas e produções, dessa forma vamos criar frente de trabalho aos skatistas que infelizmente ainda não possuem amparo governamental para viverem do skate. Esperamos que o máximo de skatistas nos procurem. Façam seus pedidos, ou nos envie sua proposta pelo e-mail lia_produtora@hotmail.com ou lehileite@hotmail.com.

Sua participação nessa campanha inclui:

  1. A ida a instituição escolhida; a imagem publicada no nosso site;
  2. Caso faça as oficinas, apresentar gratuitamente o espetáculo a esta instituição e órgãos que nos apoiarem;


  3. Desenvolver trabalhos atísticos na oficina de artes como presente à instituição.

Bem, aqui mostramos apenas alguns desenhos, pinturas, mas há muito mais.

Opções:

  1. Camiseta com alguma de nossas imagens, com o busto de Lehi ou outro - a escolha;
  2. Pintura em sua parede de quarto ou cômodo de preferência;
  3. Pintura em quadro;
Você pode escolher as nossas imagens, uma pintura de seu ídolo skatista, sua melhor manobra, sua caricatura, etc;

  1. Oficina de pintura, reciclagens, desenhos;
  2. Oficina/aula de skate;
  3. Oficina de teatro - Dramaturgia: Uma história baseada em fatos reais - tema: "Skate no Sangue, na alma e no Coração..."

PENCE VOLTOU

Por volta de 22h30, Pence voltou. Os amigos Sérgio Mággio e Jhony, estavam indo ao hospital de base comigo para vermos se o encontravamos, meus irmãos e subrinhos mais o Cizinho ficaram procurando pelo Guará. Foi um dia muito difíl. Pence não costuma demorar tanto, muito menos mediante um sol quente durante o dia e uma chuva de vento a noite... Meu coração apertou de uma forma que nunca imaginei passar por isto... Perder um filho deve ser a pior coisa do mundo... Agora ele está molinho, com calos no pé, e o rostinho queimado do sol, mas felizmente nada mais grave aconteceu. Desnorteado sofre com sua própria mente que não permite que ele perceba que se ficar exposto ao sol e chuva pode sofrer. O corpo sente, mas a mente não processa em tempo hábil que precisa estar em um abrigo. somente muito mal estar o fez retornar pra casa. 

sábado, 29 de outubro de 2011

Specer sumiu!!!

O que fazer? Três dias sem remédio e o Pence sumiu... Saiu cedo e não voltou até agora 19h56. Ele não costuma ficar tanto tempo na rua... Tudo pq nenhum hospital lhe atendeu p lhe dar uma receita... antes de ontem, publiquei... Parecia que meu coração falava, senti um aperto... A noite chegou, a chuva parece vir. Onde está meu filho? Por favor nos ajudem achar o Spencer... Ele tem doença mental e precisa de cuidos médicos. Abç, Rogélia.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

QUEM É ESTE? MEU FILHO? ONDE ESTÁ O SEU ANJO? POR FAVOR SOCORRAM MEU FILHO...

"caminhante, o caminho se faz ao caminhar".

(Sala da diretoria do hospital São Vicente de Paula)
Às 7h30 liguei para o número do posto de saúde CAPS do Guará. Meu filho foi atendido neste centro de saúde cerca de cinco anos devido a sua doeça mental. Informei que sua médica passou um encaminhamento para ele ser atendido no posto de Taguatinga, mas não tinha conseguido um pisiquiatra, a moça disse que hoje poderia ter encaixe, contudo, como ele já tinha um encaminhamento, que nada podia fazer, que devíamos procurar o CAPS de Taguatinga para resolver o problema. Liguei para o São Vicente e disseram o mesmo. Liguei para o SUS para reclamar da situação e só o que eu podia fazer seria esperar 15 dias para ter uma resposta. Voltei a ligar para o CAPs do Guará e pedi para falar com a gerente que desesperada com a quantidade de paciente e sem estrutura, funcionários, dizia não poder fazer nada pelo meu filho. A estão é que o sistema está acima do indivíduo. Fiquei desesperada já que em nenhum hospital de Brasília meu filho poderia ser consultado para em fim ter uma receita que só essa gente poderia assinar e pedir. Nos arrumamos e partimos para  o São Vicente de Paula. Foi a viagem mais triste! Logo de início fomos atendidos por uma doce enfermeira,  a sra Ana Nery... Ela entendeu que ele precisava de um atendimento urgente e de sua receita até o laboratório o consultar. Esperamos e infelizmente fomos atendidos por uma médica que si quer perguntou ao Spencer o que ele tinha, apenas indagou? "Vocês não são do Guará, ele não faz tratamento lá?" Respondi que não mais, e ela falou que "não podia fazer nada, que alí é um lugar que só faz internações e que o remédio é só a base de injeção". Perguntou: "Você quer deixar seu filho internado?" Claro que ela viu que eu não o faria, até porque a crise era inicial e poderia ser revertida com remédio. A própria enfermeira havia dito isto. Pedi um encaminhamento para o laboratório do Guará sabendo que teria de esperar o dia da colsulta. A médica saiu da sala e nos deixou alí em pé. Eu a esperei com meu filho alguns minutos até que retornasse, e então revidei dizendo: sra meu filho está com inicio de uma crise e precisa ao menos da  receita, os outros hospitais disseram o mesmo que a senhora. Ela aos gritos disse: "se eles disseram isto eu é que tenho de pagar o pato? São eles que devem te atender, o CAPS do Guará ou o de Taguatinga". Eu disse, senhora, você só precisa fazer uma receita e  eu tenho certeza que tem médico para fazer isto. Ela disse, que "não faria". Pedi que escrevesse então o que estava dizendo, ela me levou a portaria e me mostrou um cartaz dizendo que ali não fornecia receita, se negando a escrever o que disse. Ora, a enfermeira enfatizou que ele precisava do atendimento. Ela virou as costas para mim e eu disse, se você tivesse um filho precisando de remédio não faria isto e iniciei um choro profundo e desesperado na frente dos funcionários. A enfermeira bastante ética me orientou procurar o sr Ricardo Lins, o diretor. Ele não foi me atender, estava ocupado. Chorando, fiz um relatório escrito. Me dirigi então com meu filho ao CAPIS de taguatinga, outro ambiente. Lá também foi um dilema pois no início queriam que ele fosse as terapias sem atendimento ao pisiquiatra e eu enfatizei que ele precisava dos remédios para ficar controlado e ir as consultas. Conclusão, os remédios acabaram ele não pôde ir as consultas pois estava em crise e ainda sou culpada. Avisei um parente que tem vínculo com este hospital do caso, ele então consegiu marcar a psiquiatria, mas por motivos maiores eu a perdi, mas nomesmo dia avisei o motivo. Num domingo a tarde, fomos ao hospital de base e lá encontramos "um anjo", o sr Miller Forrest. Eu me emocionei com este médico, com a grandeza e ética com que nos tratou, orientando sobre tudo, inclusive sobre como buscarmos ajuda caso não fossemos atendidos. Falou de cada remédio e suas funções, da doença, da família, do SUS, etc. Um exemplo de médico mesmo! A ONDE ESTÁ NOSSO ANJO? São 15h22, meu filho precisa do remédio às 20 horas. Conseguimos no CAPS de Taguatinga apenas marcar uma consulta para o dia 14 mediante minha assinatura de que não podia faltar mais. Se eu adoecer então, meu filho perderá a consulta e o tratamento. Pode uma coisa dessas?  Detalhe, o Hospital de Base também não atende, mas ao falar com a direção, prontamente  sr Miller nos atendeu. 
Eu só sei que tenho vontade de chorar, de gritar, de levar meu filho para um lugar onde haja justiça, mas infelizmente não posso. Neste mundo Spencer é só mais um caminhante. Pagamos o poder público pelos serviços prestados, ocorre que nada é feito para melhorar este quadro! Eu pergunto quem vai pagar caso ele tenha uma crise? O estado, médicos?  

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

SITE OFICIAL EM BREVE: WWW.LEHILEITE.COM.BR

Aurélio depois do apoio de 2010, a escolha dele para a primeira entrevista na sua revista VOZ, da loja OLi Skate Shop, mais uma vez apresenta outra grande surpresa para Lehi e faz seu site oficial que já tem sua imagem.